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7 de Julho

Frente de Libertao do Enclave de Cabinda - Assina: Stphane Barros Mangga

FRENTE DE LIBERTAO DO ENCLAVE DE CABINDA

GABINETE DA PRESIDNCIA

NOTA DE IMPRENSA

A Frente de Libertao do Enclave de Cabinda (FLEC), nico representante poltico legtimo da vontade e das aspiraes mais profundas do Povo de Cabinda esclarece a s/ posio oficial quanto aos recentes desenvolvimentos do processo poltico e da situao vigente no interior do territrio de Cabinda e reafirma c/ toda convico e segurana que:
1. A anexao poltica e ocupao manu militari do territrio de Cabinda em 1975 por Angola contra o Direito Internacional (Tratado de Simulambuco e Princpio do direito dos Povos autodeterminao e independncia ...) e revelia do Povo de Cabinda, um facto histrico e uma verdade poltica indesmentvel que no vai prescrever e cuja notoriedade pblica nacional e internacional no levanta a menor dvida.O mesmo sucede em relao ao carcter perene e a justeza das aspiraes independentistas (Causa) do Povo de Cabinda fielmente interpretada pela irreductvel, inabalvel e inatacvel tese independentista da Frente de Libertao do Enclave de Cabinda.
2. As desesperadas campanhas militares, diplomticas de baixa ndole, a propaganda poltica diversionista e todas as manobras dilatrias e o forcing poltico de ltima hora a que assistimos por parte de Angola em torno de Cabinda, so sinais reveladores do incmodo e do desespero que a questo de Cabinda provoca nas mais altas instncias do Estado Angolano e visam apagar a memria colectiva da Nao, a luta herica pela liberdade e a resistncia digna e exemplar do Povo de Cabinda. Essa poltica s/ projecto, s/ dignidade nem prestgio do Mpla sobre o territrio ocupado de Cabinda, j tem os dias contados e no vai convencer a Comunidade Internacional, nem a communidade poltica angolana, quanto bondade e seriedade das ditas iniciativas de paz do governo de Angola em Cabinda.
3. As pretensas conversaes (esquemas) secretas, em curso e o acordo alcanado em Massabi (mediatizados outrance ) entre o governo de Angola e Antnio Bento Bembe, personalidade que representando-se a si prpria porquanto, destituda de qualquer estatuto, legitimidade institucional e popular e exonerado das s/ funes de Secretrio-Geral e de Presidente de Forum desde Setembro do ano transacto pela s/ prpria direco poltica (FLEC), medida confirmada e reforada posteriormente pelo Forum Cabinds p/ o Dilogo ( Flec e Sociedade Civil de Cabinda e Igreja) na ltima reunio de Libreville (Capital do Gabo), e a nomeao de Antnio Vicente p/ o cargo de Presidente do Conselho Nacional do Povo de Cabinda ( Nkoto Likanda) no tem consistncia, nem nada a ver com a Nao e a resistncia de Cabinda) a avaliar pela rendio e submisso pessoal e idelgica e poltica de Bento Bembe), so nulos e por conseguinte, no tm efeitos vinculativos, logo no comprometem o povo da Cabinda e a Frente de Libertao do Enclave de Cabinda na integralidade dos s/ orgos.
4. Todo este processo, que comea com uma tentativa por parte do Governo de Angola de fabricar e credibilizar um negociador fraco p/ Cabinda refm deste mesmo governo que o amordaa, ameaa e lhe dirige a conscincia, o manipula a seu bel prazer e o chantageia com a acusao de terrorista, assume dia aps dia contornos polticos e diplomticos ridculos dignos de um folclore negocial (uma encenao) cujo ltimo acto um acordo marginal e s/ sustentao poltico-militar. No compete, ao Antnio Bento Bembe e ao s/ grupsculo e mentores, uns piores que os outros e todos em condies de ilegalidade, ilegitmidade e de total ausncia de autonomia de pensamento e de aco e nem liberdade de movimento, decretar com o governo, o regime e o estado de angola, o fim das pretenses independentistas do Povo de Cabinda. puro gansterismo e ignorncia poltico, usurpao de direitos e poderes pelas partes signatrias deste pseudo-acordo (s/ contedo e significado poltico) s/ consequncias prticas. Esta uma matria referendvel. Acresce que, o processo poltico ou o projecto de pacificao de Cabinda exige um enquadramento superior assente primeiro na ideia de Justia e de Paz duradouro, e em seguida no Progresso social e econmico comptvel com os recursos do territrio e no desenvolvimento do capital humano.Esse processo deveser capz de gerar confiana,estabilidade regional e garantir dignidade e segurana p/ todos os interessados ou stakeholders (Cabinda; Angola e a Comunidade subregional e internacional sendo certo que o primado dos interesses e direitos dos Cabindas deve prevalecer).
5. O conceito da luta antiterrorista, decretada por uma Comunidade Internacional respeitvel e responsvel, perseguindo objectivos e propsitos valiosos e servindo interesses nobres, est a ser pretexto p/ perseguir os dignos dirigentes politicos independentistas e combatentes da liberdade de Cabinda, reprimir e humilhar activistas e defensores dos direitos humanos. A luta antiterrorista est a ser banalizada, desacreditada desprestigiada e a ser instrumentalizada pela repblica de Angola p/ servir uma ocupao, uma colonizao que, volvidos 40 anos perdura e continua a fazer vtimas, simplesmente porque alguns membros da Comunidade internacional desistem despudoradamente das s/ responsabilidades a saber, persuadir o Estado Angolano enfrentar as consequncias dos seus actos com coragem e dignidade e desistir dos s/ planos expansionistas, predatrios e macabros. A luta antiterrorista no deve ser pretexto p/ branquear a ocupao de Cabinda, caucionar e recompensar o governo de Angola pelos s/ actos em Cabinda. Essa chantagem ridcula, j provou ser infantil e contraproducente p/ o Mpla e o Estado de Angola, que deve responder inapelavelmente perante o Tribunal Penal Internacional pelos crimes da ocupao apurados e ainda por apurar cometidos durante os mais de 40 anos de ocupao entre outros como o rapto (em territrio da Repblica Democrtica do Congo extradio secreta aprisionamento e tortura prolongado e execuo sumria de trs oficiais dos quais o Chefe - estado maior da extinta Flec-Renovada ( O Tenente Coronel Lus Gomes Loureno, o Capito Andr Dica e outros oficial) em 1998 e muito recentemente o rapto de Afonso Massanga, Presidente da Unio Nacional p/ a Libertao do Encalve de Cabinda ( oriundo de Buco-zau) e do membro do Forum Cabinds p/ o Dilogo o dirigente Alexandre Mbatchi cujo paradeiro se desconhece. caso p/ nos interrogar se Bento Bembe exigiu ou negociou a troca de prisioneiros ou pelo menos a libertao destes homens de valor da resistncia de Cabinda.
6. O actual esvaziamento do dilogo poltico construtivo por Angola, a opresso e represso sistemticas, o estado de stio permanente mas no declarado (mais de 50.000 mil tropas) as constantes e pblicas violaes dos direitos humanos, a desestabilizao da Flec, a recusa de cooperar com a Naes Unidas, a Frente de Libertao de Enclave de Cabinda e a comunidade poltica da oposio responsvel de Angola no sentido de encetar um processo poltico pacfico, srio, transparente esclarecedor, clarificador e credvel p/ a de resoluo do contencioso ou do conflito e da guerra de Cabinda semelhana de Timor e do roteiro p/ a Paz que consagra o Estado Palestiniano, a apetncia por alimentar e credibilizar bluffs, conversaes polticas e solues fictcias, so a confirmao de que Angola (Mpla) a nica parte negativa do conflito. E, esta constatao deve ter consequncias poltico e diplomticas a nvel internacional.
7. A Frente de Libertao do Enclave de Cabinda reafirma com igual vigor e renovada determinao por um lado, o princpio da resistncia total e sem trguas contra a ocupao do territrio de Cabinda pelo estado Angolano e o da no unidade politica do territrio angolano (referindo-se a Cabinda) e por outro a s/ inquestionvel disponibilidade p/ um dilogo no mbito de um processo poltico srio, transparente e construtivo entre o governo de Angola e a Frente de Libertao do Enclave de Cabinda / Forum Cabinds p/ o Dilogo, perfeitamente compatveis com o envolvimento firme e responsvel da Comunidade Internacional designadamente os Estados Unidos de Amrica, a Unio Europeia, a Unio Africana, o Reino Unido, Portugal a Frana, a Rssia e China.
Cabinda, aos 07 de Julho de 2006

PELA FLEC

O PORTA-VOZ DA PRESIDNCIA

Stphane Barros Mang'ga

(c) PNN Portuguese News Network

2006-07-07 17:02:21

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