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04 de Agosto 2006

Frente de Libertao do Enclave de Cabinda - Assina: Stephane Barros

Nota de imprensa

FRENTE DE LIBERTAO DO ENCLAVE DE CABINDA
(FLEC)

GABINETE DA PRESIDNCIA
Nota de imprensa

Nesta data (3-4 de Agosto de 2006) o Povo de Cabinda celebra o aniversrio da Flec que a Direco Poltica dedica ao compatriota Artur Tchibassa, Resistncia de Cabinda e s/ Lder Mximo (S. Excia Sr. Presidente Nzita Henriques Tiago), ao Povo e Identidade de Cabinda, aos mrtires da luta pela independncia de Cabinda, aos combatentes da liberdade, aos patriotas e outros resistentes leais Causa e ao futuro estado livre, soberano e independente de Cabinda).

Por ocasio do quadragsimo segundo aniversrio da Frente de Libertao do Enclave de Cabinda, face ao memorando de entendimento entre o Governo de Angola e o Frum Cabinds p/ o Dilogo, rgo informal destitudo de poderes negociais e chefiado por Antnio Bento Bembe, e ainda perante o acto final de assinatura dito memorando de entendimento no dia 01 de Agosto 2006 no Namibe entre as partes acima referenciadas,a Presidncia do movimento independentista de Cabinda declara:

1.-A nulidade dos acordos ditos de paz (entre o governo de Jos Eduardo dos Santos e Antnio Bento Bembe) e a morte do Estatuto Especial fruto dos mesmos no mbito de um processo inconsequente, suspeito, ilegtimo e ilegal que configura uma troca de favores entre o governo de Angola e Antnio Bento Bembe. Esses acordos que ultrapassaram os limites do bom senso e da dignidade poltica e apenas revelaram a no existncia de boa vontade poltica do Governo de Angola.
-Que a Frente de Libertao do Enclave de Cabinda dispensa e rejeita a amnistia inconsequente ( auto - amnistia do governo de Angola pelos s/ prprios crimes hediondos e insuspeitveis cometidos durante os 40 anos de ocupao ( e em nome do petrleo de Cabinda) os quais ceifaram a vida de mais de 300.000 ( trezentos mil) Cabindas, pois a resistncia ( legtima defesa ) mesmo na s/ expresso mais violenta (a guerra defensiva) no crime p/ os Cabindas

2. Que o senhor Antnio Bento Bembe traiu a confiana nele depositada por S. Excelncia o Presidente da Flec o Sr. Nzita Henriques Tiago e o Povo de Cabinda que se expressou de forma clara sobre a necessidade de uma prvia concertao poltica no mbito do Frum Cabinds p/ o Dilogo (o verdadeiro e legtimo) antes de encetar e sustentar um processo negocial transparente, credvel e srio. O documento ( memorando) que vai ser aprovado por razes apenas de disciplina de voto, e no por falta de seriedade dos deputados conscientes da maioria parlamentar do Mpla, no vai decidir do futuro de Cabinda e dos Cabindas. (entendemos que se trata apenas de mais uma mera formalidade poltica que no nos assusta)

3.Que a Flec, (nico representante legtimo do Povo de Cabinda que foi intencionalmente excluda pelo governo de Angola, por convenincia, opo poltico - estratgica negocial, pela notria ausncia de cultura de dilogo, exigncia e de rigor, e ainda pela lgica do mercado global), se recusa liminarmente a andar a reboque de um processo que, tendo comeado mal e sido de inspirao e de interesse exclusiva do governo de Angola, produziu o acordo que consagra um estatuto especial suspeito e vazio que no dignifica Cabinda nem honra os interesses superiores da resistncia, do Povo e da Causa de Cabinda. E, nessa ordem de ideias a Flec no subscreve sequer a lgica de uma auscultao posterior ou subsequente, subordinado ao referido quadro negocial e/ou acordo (um ilcito consumado) ora assinado contra a vontade e revelia dos sectores polticos cvicos relevantes e de personalidades ou figuras destacadas de Cabinda.

4. Informa a comunidade internacional e o Governo de Angola em particular, que Antnio Bento Bembe no o interlocutor vlido p/ a questo de Cabinda e mais, que o Povo de Cabinda no um povo menor nem menos humano que qualquer outro Povo do mundo. Em consequncia, este merece ser respeitado e deve no mnimo ser ouvido em todo esse processo ou em referendo sobre o/ s futuro poltico. A Flec exige a libertao incondicional do combatente da Liberdade o cidado Artur Tchibassa cuja pena judicial nos Eua hoje como ontem fica s/ justificao plausvel e nem sustentabilidade jurdica e poltica pois os s/ chefes de ento esto neste momento conluiados com o Governo Americano no apoio perpetuao via Estatuto Especial da ocupao de Cabinda por Angola.

5.Lembra que a resistncia (acto ou atitude de legtima defesa contra a agresso, ocupao de Cabinda e contra o Estatuto Especial) dever prosseguir o s/ curso normal) at que o governo de Angola e a comunidade internacional tenham a coragem de encarar com humanidade o conflito de Cabinda e de o enquadrarem nos s/ termos mais justos, pois o direito liberdade e justia e a paz verdadeira tambm um privilgio inalienvel do Povo de Cabinda.

6. Argumentando que o governo de Angola provou, mostrou e demonstrou com a forma como conduziu as ditas conversaes, que a justia, a solidariedade e a paz em Cabinda no fazem parte do s/ iderio poltico p/ Cabinda e esses valores so um obstculo aos s/ objectivos estratgicos inconfessveis na regio de frica Central qual no pertence. E, isso a avaliar pela falta de convico, iseno, correco, honestidade e a leviandade que o Presidente Jos Eduardo dos Santos e o s/ governo deixaram transparecer em todo este processo que deixa a reputao internacional e nacional de Angola muito manchada.

7. A direco poltica da Flec se congratula com a clarividncia e seriedade com que a o s/ Lder vem acompanhando todo este processo e assumindo todas as responsabilidades na resistncia, e reitera o compromisso de lutar p/criar as condies polticas e diplomticas objectivas e favorveis susceptveis de superar estas negociaes fantoches e fictcias que certos pases esto lamentavelmente a tentar credibilizar mesmo estando informadas sobre o s/ desfecho natural a saber: o fracasso, a falta de adeso popular e das elites de Cabinda bem como a oposio categrica e s/ trguas da Frente de Libertao do Enclave de Cabinda.


Cabinda, aos 4 de Agosto de 2006


Pela Flec
STEPHANE BARROS
Porta-voz da Presidncia

(c) PNN Portuguese News Network

2006-08-04 18:51:57

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