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Registado um morto e vrios casos de espancamentos

Nova vaga de violncia contra civis em Cabinda

Cabinda Desde a extino da Associao Cvica de Cabinda Mpalabanda que se regista um aumento da violaes dos Direitos Humanos em Cabinda. A aco dos observadores locais mais difcil e arriscada. Entre o dia 5 e 17 de Dezembro foi assinalado mais um assassinato e vrios espaamentos atribudos s foras armadas e polcia angolana.

Segundo activistas cvicos em Cabinda, a 5 de Dezembro o Coordenador da aldeia de Bmbica, Necuto, regio Buco-Zau, morreu na sequncia de espancamento por um grupo de militares das Foras Armadas de Angola (FAA), no cruzamento de Pinto da Fonseca.

O incidente ocorreu quando Alberto Tembo, 75 anos, nascido em Bmbica, filho de Simo Yoba e Rebeca Malonda, foi cobrar a um militar as rendas com j vrios meses de atraso. Indignado com essa cobrana, o referido militar, na presena de outros "camaradas de armas", em nmero no especificado decidiu agir violentamente contra o Coordenador do Bmbica.

Na sequncia dos graves ferimentos causados os habitantes da aldeia Bmbica, transportaram imediatamente o Coordenador para o Hospital Provincial na cidade de Cabinda (Tchiowa). Trs dias depois, 8 de Dezembro, Alberto Tembo faleceu devido s graves sequelas do espaamento sofrido.

Segunda-feira, 17 de Dezembro s 5:30 horas, Alexandre Fernandes Lionga Casso, 43 anos, activista dos Direitos Humanos (DH), foi brutalmente espancado, por cerca de 20 agentes da Policia Nacional e da Policia Militar, sob as ordens do subinspector e investigador Eduardo Chilonga, da Direco Provincial de Investigao Criminal (DPIC) nas imediaes do cruzamento de Zangoio.

Alexandre Fernandes dirigia-se para sua residncia, depois dos seus habituais exerccio fsicos matinais, quando se deparou com duas viaturas do Comando da Policia Nacional (PN) e da Policia Militar (PM) estacionados, onde agentes da policia espancavam dois jovens, um dos quais agente de empresas de segurana local.

As viaturas eram conduzidas pelos sargentos Chocolate e Calixto, reconheceu testemunha. Depois de se identificar como activista dos DH, tentou inteirar-se do que se estava a passar, a resposta dos agentes da polcia foi um brutal espancamento com porretes e armas deixando-o nu e com o lbio superior da boca cortado (foto).

Aps a agresso Alexandre Fernandes, foi conduzido ao Comando Municipal da Policia. Constatando o estado crtico do activista, lbio superior cortado, leses na cabea, rosto e o corpo ensanguentado, os agentes decidem finalmente o transferir para o hospital. Durante o trajecto, ouvindo as conversas entre os polcias, o activista compreendeu que as leses nos lbios e na cabea tinha sido provocadas pelas coronhadas do agente Tony da Primeira Esquadra da Polcia.

No hospital, o subinspector Eduardo Chilonga pediu a comparncia do activista na Direco Provincial de Investigao Criminal (DPIC), no entanto Alexandre Fernandes tentou dirigir-se ao Comando da Polcia Municipal para reclamar justia, mas tanto o Oficial Dia da polcia (OP) como o subinspector Eduardo Chilonga apenas se limitaram a deplorar o estado em que se encontrava, sem tomarem qualquer iniciativa judiciria. O sargento Chocolate apenas sugeriu apresentao de um Auto de Exame Mdico, com o parecer do Medico que tratara o activista no hospital.

(c) PNN Portuguese News Network

2007-12-18 11:27:50

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