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Operaes militares prosseguem

Cabinda: Resistncia reivindica dois ataques

Cabinda Duas aces militares reivindicadas pela resistncia, FLEC, a operar em Cabinda provocaram dois mortos, dois feridos e um desaparecido na regio entre Buco-Zau e Belize.

Uma viatura Toyota que circulava entre as cidades de Buco-Zau e Belize, no troo Luvetchi-Kivolo, foi atacada pela guerrilha cabindesa s 09h00 de 16 de Fevereiro, provocando dois mortos e um ferido. Este ataque coincidiu com o encontro de Antoine Mbemba Nzita, filho do lder da FLEC Nzita Tiago, com o presidente angolano Jos Eduardo dos Santos.

Cerca de 48 horas depois outra aco de um comando da FLEC, na mesma regio, teve como alvo a empresa madeireira Afor, de Afonso Chissita, a operar nas matas de Numbi e Xiaca. Segundo um comunicado assinado pelo Chefe do Estado Maior das Foras Armadas Cabindesas (FAC), Estanislau Miguel Boma, dois engenhos do tipo Skider e um tractor foram destrudos e recuperadas duas motosserras. O mesmo documento indica que durante a operao um trabalhador foi ferido e um outro dado como desaparecido.

Depois de um perodo de calma aparente, Estanislau Miguel Boma revelou que a resistncia cabindesa estava uma passar por uma fase de reestruturao estratgica para responder s recentes mutaes nas tcticas do inimigo. O Chefe do Estado-maior garante tambm que a guerrilha est em condies de operar em todo o territrio.

O Governo angolano nega a existncia de aces armadas em Cabinda, porm informaes fornecidas por responsveis da FLEC indicam que foi criada uma clula denominada GOI (Grupo Operativo de Inteligncia), chefiada por um membro do FCD (Frum Cabindes para o Dialogo) j identificado pela resistncia. Esta clula ter como objectivo o aliciamento e neutralizao dos responsveis e simpatizantes da resistncia cabindesa em frica e na Europa.

A FLEC tem insistido na urgncia de estabelecer negociaes com o Governo angolano a fim de encontrarem uma soluo pacfica para termo ao conflito que prossegue em Cabinda. Todas as propostas da guerrilha para abertura de dilogo no obtiveram qualquer eco em Luanda.

(c) PNN Portuguese News Network

2009-02-21 20:50:08

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