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Ex combatentes utilizados como guias

Cabinda: Dilogo dificultado por negcio dos Generais angolanos

Cabinda No decorrer da operao limpeza as Fora Armadas de Angola (FAA) em Cabinda no hesitam em recorrer pela fora a ex combatentes da FLEC que, sob ameaa de morte, devem denunciar os antigos irmos de armas. Segundo co-mandate Sabata esta guerra um bom negcio para os Generais angolanos.

Depois da FAA ter desalojado a FLEC/FAC da sua bases fixas, nos territrios de Cabinda designados como zonas libertadas, e aps a FLEC Renovada se ter entregue, os estrategas militares angolanos confronta-se com o problema da reorganizao estratgico militar da FLEC que optou pelas bases efmeras e nmadas e dispersar pelo territrio mltiplos comandos, com numero reduzido de combatentes, que operam autonomamente. Dificultando arduamente s FAA a localizao das bases mveis ou a identificao das movimentaes das clulas operacionais da resistncia.

Temendo o reconhecimento internacional de um fiasco da FAA em Cabinda os militares angolanos decidiram utilizar sob coaco ex combatentes da guerrilha. Segundo um militar da resistncia cabindesa onde estiver dez combatentes das FAA h um combatente da ex FLEC/FAC, que obrigatoriamente tem de conduzir os angolanos l onde esse viveu durante o seu tempo nas matas. Se no fazer mostrar os irmos abatido durante a patrulha.

Nas zonas da ex FLEC Renovada, onde estiverem dez FAA a patrulharem so acompanhados por dois combatentes da ex Renovada, confirma o mesmo guerrilheiro.

Um ex combatente da FLEC/FAC, Celestino Manduvo, que desde h oito anos vivia na capital de Cabinda, Tshiowa, s 04:00 horas de 29 de Junho foi forado pela segurana angolana a se dirigir ao posto de segurana no municpio de Buco-Zau para conduzir as FAA nas zonas sob controlo da FLEC/FAC.

Fontes na resistncia garantem tambm que actualmente, as FAA estoo operar no Miconje (Norte de Cabinda) saltando os limites fronteirios para o Congo Brazzaville e a Republica Democrtica do Congo (RDC).

No Congo Brazzaville, regio de Niari, Comuna de Tchimongo as FAA esto a efectuar patrulhamentos nas aldeias de Mukeke, Nganda Mbinda, Mukonzi e nas matas dessas aldeias do Congo Brazaville as populaes esto impedidas de se deslocarem para o interior confirmou o Comandante da Regio da resistncia Maurcio Lubota Sabata. Na RDC na regio do Baixo Congo, colectividade de Maduda, as FAA esto j a operar nas adeias de Tsumbou, Kiphangala Phalanga-Ndenga, entre outras.

Para o comandante Sabata no h nada que o intimide, e os angolanos bem sabem que Cabinda no e no ser Angola: Enquanto Angola no decidir negociar com a nossa direco a guerra vai continuar com os angolanos.

Segundo o mesmo chefe militar a guerra que os angolanos levam em Cabinda, um negcio dos generais e os pobres jovens que morrem, nenhum dos seus familiares vai beneficiar. Quando a resistncia mata um combatente das FAA em Cabinda, os generais e os homens da segurana comentam muito junto das seus superiores para para obterem mais meios financeiros, enchendo assim os seus bolsos. Como o fim da guerra entre o MPLA e UNITA esse mercado desaparecera em Angola, mas prevalece hoje em Cabinda beneficiando oficias da SINFO e alguns generais angolanos que insistem em manter a guerra e clima de insegurana em Cabinda, tornando-se num verdadeiro obstaculo ao dilogo e paz, denunciou Sabata.


(foto arquivo PNN)

(c) PNN Portuguese News Network

2009-07-26 19:54:24

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