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Com cerca de 90 empresrios

Brasil: Ministro chefia misso empresarial no sul de frica

Braslia - O ministro do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior do Brasil, Miguel Jorge, acompanhado por cerca de 90 empresrios e representantes do Governo, est a chefiar uma misso empresarial a Angola, Moambique e frica do Sul.

A delegao empresarial brasileira chegou esta segunda-feira, 09 Novembro, a Angola iniciando a primeira etapa do priplo africano que se prolongar at 12 de Novembro.

Em Luanda, no primeiro dia da misso, Miguel Jorge, foi recebido pelos ministros da Agricultura, Afonso Pedro Canga; do Urbanismo e Habitao, Jos dos Santos da Silva Ferreira; do Comrcio, Maria Idalina de Oliveira Valente; da Energia, Emanuela Bernadeth Afonso Vieira Lopes; e da Indstria (interina), Kiala Gabriel. Hoje, tera-feira, est prevista uma audincia do ministro brasileiro com o presidente Jos Eduardo dos Santos.

Angola, no quadro das relaes comerciais permanece uma prioridade incontornvel para Braslia no entanto o Brasil registou um significativo decrscimo de 66 por cento, de Janeiro a Outubro de 2009, comparativamente com o perodo anlogo em 2008, da corrente de comrcio entre Brasil e Angola, foi sentida tambm uma quebra de 21,7 por cento nas exportaes brasileiras para Angola durante o mesmo perodo.

As importaes brasileiras, que se concentram quase exclusivamente no petrleo bruto angolano, registaram uma variao significativa com um volume de 76,4 milhes de dlares (USD) nos primeiros dez meses de 2009, quando em 2007 totalizou 21,4 milhes USD.

At Setembro de 2009 as exportaes brasileiras para Angola foram a 84,9 por cento produtos industrializados e 15 de produtos bsicos. O sector de semimanufacturados foi o que mais cresceu (+93,9), seguido de bsicos (+17), enquanto os manufacturados registaram retrocesso de 21,8 por cento. Dados do MDIC apontam que at Agosto deste ano 1.182 empresas brasileiras exportaram para Angola, o que representa um aumento de 121 empresas em relao ao mesmo perodo do ano anterior, de 1.061 empresas.

A delegao chefiada pelo ministro Miguel Jorge conta com cerca de 90 empresrios e lderes de entidades sectoriais dos segmentos de alimentos e bebidas, agronegcios, casa e construo, indstria automvel, energia, mquinas e equipamentos, cosmticos, materiais elctricos e electrnicos, calados, defesa e infra-estrutura e txtil, alm de profissionais do governo.

Esta a terceira misso comercial brasileira a frica realizada pelo MDIC durante este ano. A primeira foi em Janeiro no Norte de frica, com visitas a Marrocos, Lbia, Arglia e Tunsia. A segunda ocorreu em Junho concentrando-se na regio Subsaariana do continente com visitas ao Gana, Senegal, Nigria e Guin Equatorial.

A misso frica Subsaariana organizada pelo Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior do Brasil (MDIC), com o apoio do Ministrio das Relaes Exteriores (MRE), da Agncia Brasileira de Promoo de Exportaes e Investimentos (Apex-Brasil) e da Confederao Nacional da Indstria (CNI).

Lula da Silva, durante a tomada de posse no primeiro mandato presidencial, definira frica como uma prioridade brasileira e o continente africano rapidamente se apercebeu da singularidade e peso brasileiro. O Brasil o sexto pas com maior populao do mundo e geograficamente ocupa metade do territrio da Amrica do Sul.

Em termos comerciais o maior exportador mundial de acar, sumo de laranja, caf, carne bovina e frango. Segundo maior exportador mundial de minrio de ferro, soja em gro, farelo e leo de soja e o terceiro como exportador de milho. Um posicionamento planetrio que acarreta em si uma experincia que est j a ser partilhada e exportada atravs da cooperao tcnica.

Depois de Luanda a delegao empresarial brasileira segue para Maputo, Moambique, concluindo o priplo a 12 de Novembro na capital econmica sul-africana, Joanesburgo.

Segundo o Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior do Brasil, MDIC, a finalidade da viagem a Angola, Moambique e frica do Sul promover o aumento do comrcio e dos investimentos bilaterais e explorar possibilidades de cooperao entre os sectores produtivos do Brasil com esses pases e sublinha que no caso sul-africano, a Copa do Mundo tambm uma oportunidade de negcios. Empresas brasileiras e sul-africanas podero formar parcerias para aproveitar as oportunidades ensejadas pela Copa de 2010, na frica do Sul, e de 2014, no Brasil.

Rui Neumann

(c) PNN Portuguese News Network

2009-11-10 11:38:30

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