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| «Não há controlo» diz testemunha |
| Ecologia: Gás mortífero H2S polui Cabinda |
| 2010-02-09 18:58:54 |
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| Cabinda – Na base americana Chevron em Malongo, Cabinda, está a ser utilizado o sistema de injecção de água nos poços petrolíferos com o objectivo de provocar a extracção de petróleo, esta operação tem causado uma propagação alarmante de H2S. |
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Conhecido também por sulfeto de hidrogénio ou ácido hidrossulfúrico, o H2S é considerado um gás altamente tóxico que age no sistema nervoso. Segundo o grau e tempo de exposição pode causar excitação seguida de depressão, fraqueza, enxaquecas, náuseas, vómitos, hiperexcitabilidade, alucinações, amnésia, irritabilidade, delírio, sonolência, fraqueza, convulsões e morte.
Segundo fonte da PNN o sistema de injecção de água nos poços petrolíferos em Malongo tem afectado «os funcionários da limpeza, e manutenção, da Cabinda Gulf que trabalham no interior dos separadores, tanque de armazenamento de petróleo nas plataformas, que expostos ao gás H2S, com parcos meios de protecção, são constantemente intoxicados e desfigurados, situação que já terá causado a morte de alguns trabalhadores», afirma a mesma testemunha.
A forte propagação de H2S tem afectado também toda a fauna marítima da costa de Cabinda atingindo os pescadores, que já sentem os efeitos associados ao ácido, e que se repercute na situação sanitária da população do enclave que se alimenta de peixes expostos ao ácido hidrossulfúrico.
A fonte da PNN garante que o sistema de injecção de água nos poços petrolíferos offshore foi proibido internacionalmente, no entanto continua a ser aplicado na plataforma de Kwip (Malongo) e Takula (ALP) em Cabinda, «sem qualquer controlo» tendo já «contaminado ambos os campos». |
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| (c) PNN Portuguese News Network |
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