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Angola

Aps 14 anos de luta

Angola celebra 35 anos de independncia

Luanda Angola celebra esta quinta-feira, 35 anos sobre a independncia, alcanada aps 14 anos de luta contra o colonialismo portugus.

Em nome do Povo Angolano, o Comit Central do Movimento Popular de Libertao de Angola (MPLA) proclama, solenemente, perante a frica e o Mundo, a Independncia de Angola, anunciou o primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto, na ento Praa 1/o de Maio, na presena de milhares de angolanos.

O ento Presidente do Movimento Popular de Libertao de Angola (MPLA) e primeiro Presidente angolano anunciou, s 00h00 do dia 11 de Novembro de 1975 que a luta do povo angolano no foi nem nunca ser contra o povo portugus e que pretendia a partir daquele momento cimentar ligaes fraternas entre dois povos que tm de comum, laos histricos, lingusticos e mesmo objectivo: a liberdade.

Em 1956, algumas formaes polticas de intelectuais angolanos uniram-se num movimento de libertao, MPLA, e a luta armada comeou em 1961, ano em que os combatentes procederam libertao de dirigentes nacionalistas que se encontravam presos.

Durante mais de uma dcada o povo angolano dedicou-se luta armada pela independncia e em Janeiro de 1975, na sequncia do 25 de Abril de 1974, 15 foram assinados os Acordos de Alvor, que definiam o processo da independncia, marcada para 11 de Novembro de 1975, e a constituio de um Governo de transio, composto por representantes dos trs movimentos de libertao (MPLA, FNLA e Unita).

A Unita rejeitou os resultados das primeiras eleies democrticas, em 1992, e assim recomeou a guerra que vinha a terminar no dia 04 de Abril de 2002, aps vrios anos de negociaes.

Desde o fim da guerra Angola teve um crescimento notvel, tal como disse o chefe da Delegao da Unio Europeia (UE) em Angola, Joo Gabriel Ferreira, esta quarta-feira, em Luanda. Joo Gabriel Ferreira destacou em declaraes Angop, sem nenhuma demagogia poltica, as notveis e substanciais mudanas que o pas registou nos ltimos oito anos da sua independncia.

Contudo, o chefe da Delegao da UE em Angola reconheceu que h ainda muito por se fazer em todos os sectores, para que a evoluo econmica verificada no pas se reflicta no ndice do Desenvolvimento Humano.

(c) PNN Portuguese News Network

2010-11-11 10:39:23

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